Quem ganha seguro-desemprego vai pagar INSS?

O seguro desemprego é um assunto que sempre acaba gerando muitas dúvidas para os brasileiros e uma das mais frequentes tem sido em relação a algumas mudanças aplicadas ao benefício. Afinal, quem ganha o auxílio vai precisar pagar o INSS?

O que é o seguro desemprego?

A CLT garante diversos benefícios para o trabalhador brasileiros e um dos mais importantes deles é o seguro desemprego, pois garante auxílio financeiro para os funcionários que acabaram de ser demitidos.

Mas vale mencionar que nem todo mundo pode ter acesso a esse valor. Em primeiro lugar, apenas funcionários que foram dispensados de seus cargos sem a apresentação de justa causa podem solicitar o seguro.

Além disso, é válido enfatizar que o benefício pode ser pago em até 4 parcelas, dependendo diretamente do tempo de serviço prestado pelo funcionário para a empresa.

É necessário ter vínculo empregatício com a empresa por, pelo menos, 9 meses, o que dá acesso ao menor número de parcelas do seguro.

O número máximo de parcelas pode ser solicitado por funcionários vínculo com a empresa equivalente a 24 meses ou mais.

Quem está de acordo com os requisitos, pode verificar o valor do Seguro Desemprego em 2020lembrando que o total depende diretamente da sua remuneração mensal anterior.

Os trabalhadores que estão recebendo o seguro perdem o acesso ao benefício se começarem a trabalhar novamente com a carteira assinada.

O que mudou?

Muitas mudanças aconteceram no país nos últimos tempos e o seguro desemprego passou por algumas alterações. Afinal, o que mudou em relação a esse benefício?

A notícia de que os trabalhadores que estiverem recebendo o seguro precisarão pagar uma taxa ao INSS é verdadeira, mas existe uma justificativa plausível para a cobrança.

O valor está relacionado ao novo modelo do seguro desemprego, que estará contabilizando a contribuição do INSS para que o brasileiro possa se aposentar.

Isto quer dizer que, mesmo tendo sido demitido, o funcionário ainda continua contribuindo para o Instituto Nacional do Seguro Social e contabilizando o tempo e a contribuição para se aposentar.

O valor cobrado será de 7,5% aplicado sobre o auxílio em questão. Como mencionado, esse auxílio varia de acordo com a remuneração dos trabalhadores, por isso, os cálculos devem ser feitos por cada cidadão.

A alíquota de contribuição pode subir para 8%, dependendo de quanto o trabalhador recebia anteriormente, já que as taxas também passaram por mudanças e agora condizem com o salário do trabalhador.