Texto sobre aposentadoria precoce de Geraldo Alckmin é falso

Texto sobre aposentadoria precoce de Geraldo Alckmin é falso

Nos últimos dias, usuários nas redes sociais voltaram a compartilhar uma antiga notícia mentirosa sobre Geraldo Alckmin. A nota diz que o governador de São Paulo teria se aposentado aos 42 anos, o que não é verdade. Trata-se de mais um caso de fake news. Pessoas mal intencionadas trocaram o nome do ex-presidente Lula pelo de Geraldo Alckmin.

O texto mentiroso, que foi disseminado pela primeira vez durante a campanha de 2006, usa como fonte um suposto artigo de Cláudio Humberto. O autor confirmou a manipulação do texto. À época, os responsáveis pela corrente foram identificados e processados.

Quem recebeu aposentadoria mencionada foi, na verdade, o ex-presidente Lula, graças a um mecanismo de reparação aos anistiados da Ditadura Militar.

Lamentamos que novamente estratégias mentirosas estejam sendo utilizadas no país. Defendemos o discurso franco com os brasileiros. Queremos união para mudar o Brasil. Não compactuamos com aqueles que querem confundir e dividir os eleitores.
Geraldo Alckmin não teve participação nas fraudes em compras de merenda

Geraldo Alckmin não teve participação nas fraudes em compras de merenda

Ao contrário do que alguns usuários afirmam em redes sociais, o governador Geraldo Alckmin jamais teve qualquer relação com as fraudes na compra de refeição de escolas, esquema que ficou conhecido como “Máfia da Merenda”. O Estado de São Paulo foi vítima no caso. A Coaf (Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar) fingia comprar alimentos de pequenos agricultores, quando na verdade os produtos eram comprados de grandes fornecedores. Outras duas cooperativas foram acusadas de terem formado cartel em conluio com a Coaf para vencer licitações. Em nenhum momento das investigações o nome do governador esteve entre os acusados. É importante também ressaltar que os crimes cometidos não alteraram a qualidade e a distribuição da refeição recebida pelas crianças da rede estadual. As investigações foram realizadas com empenho pela Polícia Civil, e uma Comissão de Parlamentar de Inquérito foi aberta na Assembleia Legislativa para apurar o caso. Vinte pessoas foram responsabilizadas pela CPI. O governo de SP apoiou também investigações no âmbito federal, já que a maior parte das verbas envolvidas eram da União.
Alckmin não é o “Santo” na lista da Odebrecht

Alckmin não é o “Santo” na lista da Odebrecht

Ao contrário do que foi divulgado por alguns veículos da imprensa e reproduzido nas redes sociais, o codinome “Santo”, em uma das tabelas da Odebrecht, não se refere ao governador Geraldo Alckmin. A informação foi confirmada por um dos delatores da construtora e pode ser verificada nessa reportagem do jornal O Estado de S. Paulo. De acordo com o delator, “Santo” era o codinome do ex-superintendente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Pedro Blassioli, já falecido. Em outras tabelas, Biassiolo aparece com o apelido Apóstolo. A propina em questão se referia a uma obra na Mogi-Bertioga e nem chegou a ser paga, pois o consórcio da obra não deu certo e a licitação foi reaberta. Ajude a combater mentiras na rede. Compartilhe esse material.  
Alckmin não ordenou investigação em casa de filho do Lula

Alckmin não ordenou investigação em casa de filho do Lula

Ao contrário do que foi veiculado de maneira irresponsável por alguns blogs e nas redes sociais, o governador Geraldo Alckmin não teve nenhuma relação com a ação de busca e apreensão na casa de um dos filhos do ex-presidente Lula. A ação policial ocorreu após uma denúncia anônima e foi autorizada pela juíza Marta Brandão Pistelli. Em nenhum momento houve participação do governador ou da Secretaria de Segurança Pública (SSP). Para investigar as condições em que a diligência de busca e apreensão foi realizada, a SSP decidiu afastar o delegado responsável pela ação policial. Compartilhe esse material para rebater boatos.    
Frase “Quem quer dar aula faz isso por gosto, e não pelo salário” não é de Alckmin

Frase “Quem quer dar aula faz isso por gosto, e não pelo salário” não é de Alckmin

Algumas pessoas nas redes sociais, seja por má-fé, seja por ignorância, atribuem uma frase do ex-governador do Ceará Cid Gomes ao governador Geraldo Alckmin. A frase original do ex-governador e irmão de Ciro Gomes é “Quem entra em atividade pública deve entrar por amor, não por dinheiro”. A declaração completa pode ser verificada nesse vídeo. Em toda sua trajetória na política, Geraldo Alckmin sempre respeitou e valorizou os professores. Ele mesmo, antes de entrar para a vida pública, foi professor de cursinhos e cursos supletivos. Não deixe as mentiras se espalharem. Compartilhe esse material para rebater boatos.